Falta de água afetará 5 bilhões de pessoas até 2050, diz ONU

19 de março de 2018.

A falta de água pode afetar 5 bilhões de pessoas até 2050, segundo um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) será apresentado no 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília.

A estimativa a ONU alerta que, pelo menos durante um mês do ano, 5 bilhões de pessoas ficarão sem água até 2050, o que corresponde a metade da pulação mundial estimada para a data. A falta de água será causada pelas mudanças climáticas e pelo aumento da demanda. Os dados foram divulgados hoje, por ocasião do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. A capital brasileira, Brasília, recebe desde ontem o 8º Fórum Mundial da Água. Pela primeira vez, o Hemisfério Sul recebe o evento, com especialistas e chefes de Estado. O governo do Distrito Federal espera receber 40 mil pessoas para o evento mundial, que tem como tema "Compartilhando Água".

"Será um momento histórico para Brasília, porque vamos reunir em torno de 7 mil estrangeiros, os maiores especialistas no tema água do mundo, vários chefes de Estado e o secretário-geral da ONU ", disse o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg. O evento acontece meses após a capital d viver sua pior crise hídrica.

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) também apresentará algumas soluções encontradas para o acesso à água na Amazônia, entre elas experiências na distribuição e purificação de água em 16 Unidades de Conservação (UC). Durante os seis dias de Fórum, outros pontos estão em debate, a apresentação de uma tecnologia utilizada para converter água contaminada em água potável. A utilização de um equipamento desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), com a função de desinfetar a água com raios ultravioleta. Programação: No Fórum Mundial acontecerão sete eventos voltados À gestão dos recursos hídricos, avanços e desafios para o saneamento em algumas áreas, em parceria com o Fundo Amazônia/BNDES.

O evento, conta com várias atividades gratuitas, debates, diálogos, exposições, ações culturais e educativas.

Fonte: ANSA

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