OMS faz soar alarme sobre doenças não transmissíveis

“...e pestes...” Mateus 24:7

18 de setembro de 2017.

 

No seu primeiro relatório de avaliação após o estabelecimento desses objetivos, a OMS indica que "o mundo não está no bom caminho para atingir o objetivo" de reduzir em um terço, no período 2015-2030, a taxa de mortalidade prematura devido a doenças não transmissíveis.

Alguns países não adotaram mesmo quaisquer medidas nesse sentido, entre os quais Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, alertou a OMS.

"Houve alguns progressos [desde a última avaliação, há dois anos], mas foram reduzidos", declarou à imprensa o médico Douglas Bettcher, diretor do Departamento de Prevenção das Doenças Não Transmissíveis da OMS.

De acordo com o relatório da agência especializada das Nações Unidas, os países que mais fizeram nesta matéria foram a Costa Rica e o Irão, que concretizaram 15 dos 19 objetivos.

Em terceiro lugar, surge o Brasil, com 14, à frente da Bulgária, da Turquia, do Reino Unido, da Finlândia, da Noruega, da Arábia Saudita e da Tailândia, que cumpriram 13 dos objetivos.

No fim da lista, juntamente com Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, estão outros três países que não cumpriram qualquer dos objetivos da OMS: Guiné Equatorial, Sudão do Sul e Micronésia.

"A janela de oportunidade para salvar vidas está a fechar-se", advertiu, sublinhando que "são necessárias ações urgentes".

As doenças não transmissíveis matam anualmente mais de 40 milhões de pessoas, 15 milhões das quais com idades entre os 30 e os 70 anos.

Mais de 80% dessas mortes ditas "prematuras" ocorrem em países com baixo e médio rendimento 'per capita', segundo a OMS, que explica que esta "epidemia é alimentada pela pobreza, o comércio de produtos que prejudicam a saúde, a urbanização rápida e o crescimento da população".

As doenças cardiovasculares são responsáveis pelo maior número de mortes devidas às doenças não transmissíveis, 17,7 milhões por ano, seguidas do cancro (8,8 milhões), das doenças respiratórias (3,9 milhões) e da diabetes (1,6 milhões).

Para medir a eficácia da luta contra estas doenças em cada país, a OMS definiu 19 objetivos ou indicadores, entre os quais o aumento do preço do tabaco, a adoção de políticas nacionais para reduzir o consumo de sal e a promoção do aleitamento materno.

Fonte: Notícia ao Minuto

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