Iêmen tem 1 milhão de pessoas com suspeita de cólera, diz Cruz Vermelha

“...e pestes...” Mateus 24:7

21 de dezembro de 2017.

 

Os casos de suspeita de cólera, país em guerra há mais de dois anos, chegaram a um milhão, de acordo com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Mais de 80% dos habitantes enfrentam escassez de alimentos, de água limpa e de acesso a serviços básicos de saúde.

"Isso amplifica o sofrimento de uma nação imersa em uma guerra brutal", postou o perfil da instituição no Twitter.

Transmitida por uma bactéria, a infecção é altamente contagiosa e pode matar em menos de 24 horas, segundo a BBC. A doença causa diarreia, vômitos, dores abdominais e perda de grande quantidade de líquido. Apesar disso, o tratamento é simples: baseia-se, na maioria dos casos, em terapia de reidratação oral.

A Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou que o Iêmen sofre a pior crise humanitária do mundo. Desde março de 2015, a guerra no país já deixou mais de 8.750 mortos e 50.600 feridos, em sua maioria civis.

Conflito no Iêmen

No Iêmen, forças pró-governo lideradas pelo presidente Abd Rabbuh al-Hadi disputam o poder com os insurgentes houthis, aliados de Ali Abdullah Saleh - que presidiu o país por 33 anos até ser pressionado a renunciar durante a onda de protestos da Primavera Árabe, entre 2011 e 2012. Al-Hadi era vice de Saleh.

No início de novembro, a situação no Iêmen sofreu mais complicações. A coalizão liderada pela Arábia Saudita, apoiadora do governo, vem impedindo o acesso de organizações humanitárias no país, dificultand a entrada de mantimentos que ajudariam a população. O subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, Mark Lowcock, afirmou ser a "maior crise de fome que o mundo já viu em décadas".

Fonte: G1

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