Crianças correm risco de morrer de sarampo na Somália

“...e pestes...” Mateus 24:7

25 de abril de 2017.

 

Campanha de vacinação em Baidoa iniciou essa semana e 30 mil menores serão beneficiados; muitas são de áreas remotas e nunca foram imunizadas; país já reportou 5,7 mil casos suspeitos somente este ano.

A Somália já reportou 5,7 mil casos suspeitos de sarampo somente neste ano, segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef. O número é maior do que o total de casos registados em 2016.

A infeção espalha-se pelo ar por meio do contato com muco ou saliva contaminados. O Unicef explica que campos de deslocamento sem condições de higiene são um dos pontos onde o vírus mais se espalha.

Imunização

Foi iniciada na cidade de Baidoa uma campanha de vacinação a beneficiar 30 mil crianças, muitas deslocadas pela seca. Segundo o Unicef, a maioria delas nunca foi imunizada, já que viviam em áreas remotas difíceis de serem alcançadas pelos trabalhadores de saúde.

Mais de 100 mil pessoas foram para Baidoa em busca de assistência. O representante do Unicef na Somália destaca que o sarampo é uma das doenças que mais mata. Steven Lauwerier explica que "a combinação de sarampo, desnutrição e deslocamento é letal para as crianças".

Fome

A ameaça da fome voltou a atingir o país. Mais da metade da população sofre de insegurança alimentar. O Unicef calcula que até 1 milhão de crianças podem enfrentar a desnutrição este ano e doenças como sarampo e cólera apenas pioram a situação.

A Organização Mundial da Saúde, OMS, e o Ministério da Saúde somali acabam de avaliar a situação do cólera em Baidoa. Desde janeiro, o país registou mais de 18,1 mil casos de cólera e 317 mortes.

Fonte: Rádio ONU

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