África do Sul enfrenta "maior surto de listeriose do mundo"

“...e pestes...” Mateus 24:7

13 de janeiro de 2018.

 

A Organização Mundial da Saúde, OMS, disponibilizou-se para ajudar a África do Sul a combater a listeriose, uma intoxicação alimentar que já provocou 61 mortos e 750 casos confirmados desde 5 de dezembro.

A agência revelou que, se o governo sul-africano aceitar, poderá apoiar com especialistas em segurança alimentar e em surtos para travar o problema causado por alimentos contaminados com a bactéria Listeria monocytogenes.

Pacientes

Falando esta sexta-feira, em Genebra, um porta-voz da OMS, Christian Lindmeier, elogiou o país por declarar que a doença é de notificação obrigatória, o que leva ao relato de cada paciente diagnosticado.

Ele disse que segundo informações disponíveis, este é o maior surto do mundo. O segundo foi nos Estados Unidos em 2011 com 143 casos reportados. A Itália teve uma ocorrência em 1997.

Lindmeier considerou importantes as medidas declaradas pelo governo da África do Sul porque a Listeriose é um desafio que envolve não apenas o setor da saúde, mas também a indústria alimentar e a agricultura.

Medidas preventivas

O porta-voz destacou que é difícil encontrar a fonte do problema pelo longo período de incubação da bactéria causadora que chega a três semanas.

A principal medida preventiva recomendada pelas autoridades sul-africanas é que as pessoas garantam uma boa higiene alimentar, que inclui o uso de produtos lácteos pasteurizados e o cuidado com alimentos crus de fontes animais como carne bovina e de porco e lavagem das mãos.

Alimentos

A higienização das mãos é recomendada antes de se preparar alimentos, antes das refeições e depois de se usar o sanitário. Outra medida é que sejam lavadas as frutas e os vegetais crus antes do consumo.

Dois terços dos casos de listeriose foram identificados na província sul-africana de Gauteng, onde estão situadas as cidades de Johanesburgo e Pretória.

Os pacientes recém-nascidos correspondem a 40% dos casos da doença por causa da vulnerabilidade do seu sistema imunológico.

Fonte: Rádio ONU

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