Um encontro debaixo da árvore que mudou a vida dos cristãos

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

31 de janeiro de 2015.

 

“Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito” (Is 53.11, RA)

George é um homem que pode se dizer satisfeito com seu trabalho, iniciado em 1996. Naquela época, tudo o que ele tinha eram cinco pessoas e uma árvore. Os cinco eram pastores sudaneses com a enorme tarefa de guiar suas igrejas em meio a guerras civis, pobreza e perseguição.

Os primeiros anos não foram fáceis. O grupo de líderes aumentou, mas logo alguns deixaram de comparecer sob a árvore. O motivo era a fome extrema, que os impossibilitava de fazer as longas caminhadas (algumas duravam dias) até o treinamento. O pedido de ajuda foi feito e, logo, aviões carregados de doações enviadas pelos parceiros da Portas Abertas sobrevoavam o interior do Sudão do Sul, reavivando a esperança daqueles irmãos.

Hoje George vê o fruto do seu ministério. Em vez de uma árvore, telhados e paredes de alvenaria acolhem novos estudantes. No lugar de fome, refeições diárias são servidas. Em vez de cinco pessoas, cerca de 500 transitam pelo terreno da agora chamada Faculdade Cristã Emanuel. Outros centros estão sendo construídos no país, baseados no modelo que George começou embaixo de uma árvore.

A Faculdade é um refúgio para muitos dos seus alunos. Alguns chegam com o mero intuito de sobreviver. São convertidos que escaparam da morte, como o Mohammad. Ele vivia no Sudão, e sua casa era uma mesquita. Quando se converteu, a família começou a persegui-lo e ele fugiu. Chegando à Faculdade, Mohammad aprofundou seu conhecimento da Palavra e agora busca uma forma de compartilhar o evangelho com sua família.

Há outros que chegam lá porque têm um chamado para pastorear congregações e evangelizar. Muitos obreiros formados na Faculdade partem para países vizinhos como missionários. O Samir é um deles; com a diferença de que não irá para um país vizinho: voltará aos Montes Nuba, ao norte, região de onde veio e onde quase perdeu a vida. “Preciso pregar o evangelho para o meu povo”, diz ele, emocionado por ter se formado em Teologia.

Ao formar profissionais dotados de valores cristãos, a Portas Abertas visa fortalecer a Igreja e, como consequência, o país.

Fonte: Portas Abertas.

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