Um ano de ataque a dois ônibus com cristãos no Egito

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

25 de maio de 2018.

 

Amanhã, 26 de maio, faz um ano de ataque a dois ônibus que levavam cristãos a um local de culto em Minya, no Egito. Hanaa, de 42 anos e mãe de duas meninas e dois meninos, nos conta como perdeu o marido, Ayad, naquele dia. Ele foi morto por extremistas islâmicos na frente dos dois filhos. Eles presenciaram o pai levar tiros por não negar sua fé.

Hanaa testemunha que muitas pessoas ficaram ao seu lado após a morte do marido. “Deus tem me encorajado através das palavras deles. Toda vez que eles falavam, eu sentia como se Deus estivesse falando comigo através deles. O Senhor é bom. Ele ficou ao meu lado e me confortou, ele supriu nossas necessidades. Ele nos ama tanto, ele é um Deus maravilhoso”, testemunha.

“O Senhor é mais forte que a perseguição”

Ela diz que o filho mais velho, Marco, está confortado e animado. Corajoso como o pai, ele assumiu seu trabalho e tem um forte relacionamento com Deus. “A morte do pai o fez ficar muito próximo de Deus e orar constantemente. Eu agradeço a Deus por ele”, diz Hanaa. Mas ela pede orações em especial por Mina, o filho mais novo, com quem se preocupa mais. Mina tem 12 anos e o incidente teve um grande impacto negativo sobre ele. Ele tem medo de tudo, como de sair e ir ao banheiro sozinho. “Ele não dorme sozinho, só dorme encostado no meu peito”, compartilha a mãe.

Hanaa testemunha ainda que, apesar de serem perseguidos, eles amam seus vizinhos muçulmanos. “Nós os amamos porque nosso Deus é um Deus de amor. Ter passado por essa perseguição não mudou minha opinião sobre isso. Eu ainda oro pelos muçulmanos. Nosso Senhor é mais forte que a perseguição”, afirma. Ore com esta família, enlutada há um ano. Que Hanaa e Marco continuem cada vez mais firmes no Senhor, assim como as outras filhas. Interceda de modo especial pela vida de Mina, para que seja curado de todo trauma.

Fonte: Portas Abertas

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