Turcomenistão: Nova lei proíbe atividades religiosas no país

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

27 de julho de 2016.

 

Policiais secretos alertaram um líder cristão para que ele não realize o Acampamento de Verão para Crianças 2016.

Turcomenistão está na 19ª posição da atual Classificação da Perseguição Religiosa. É um dos lugares mais restritivos do mundo, onde não há liberdade de informação ou de imprensa, os estrangeiros encontram dificuldades para acessar o país e os cristãos definitivamente não são

bem-vindos. Igrejas são monitoradas e qualquer atividade religiosa é vista como ilegal pelo governo. Mas a rotina dos turcomenos acontece como em qualquer outra nação. Com seus edifícios imponentes de mármore branco, lindos chafarizes em praças públicas e ruas das principais cidades impecavelmente limpas, a antiga República Soviética tem uma vida ativa no cenário internacional e participa inclusive dos Jogos Olímpicos de Verão.

Aliás, muitas coisas acontecem no verão do Turcomenistão, que tem o deserto mais quente da Ásia Central. Os cristãos também realizam acampamentos nessa época. Mas, esse ano será diferente, porque no dia 12 de abril, entrou em vigor a nova Lei de Religião do Turcomenistão, e agora, as atividades religiosas não registradas estão proibidas. Policiais secretos alertaram o líder cristão de uma igreja que fica na cidade de Mary para que ele não realize o Acampamento de Verão para Crianças 2016. Um desses policiais, inclusive, liderou um ataque às crianças dessa mesma igreja, que participavam do evento em 2013, ocasião em que os membros também foram multados por visitarem a cidade de Tejen e por falarem de sua fé com os moradores de lá.

A nova comissão do governo que controla a religião no país ainda vai estipular os novos lugares de culto, porém, dois dos membros veteranos do Parlamento se recusaram a discutir a nova lei com o Fórum 18, organização norueguesa que promove a liberdade religiosa no mundo. Esse nome se baseia no artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos que diz o seguinte: "Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência, religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular". Mas não é o que ocorre com os turcomenos que não podem possuir literaturas religiosas seja Bíblia ou Alcorão e muito menos realizar suas orações em voz alta e visivelmente. Ore pela igreja no Turcomenistão.

Fonte: Portas Abertas.

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