Tribunal vai investigar casos de violência no Burundi

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

11 de maio de 2016.

 

"Para os cristãos é uma luz no fim do túnel, que traz esperança de justiça e que combate um pouco da impunidade"

De acordo com informações do veículo de comunicação Voice of America, o Tribunal Penal Internacional (TPI) anunciou que vai realizar uma investigação preliminar sobre a violência ocorrida no Burundi. O TPI é uma instituição independente que julga pessoas acusadas de crimes que são de interesse internacional, como genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra. Ela se baseia num Estatuto do qual fazem parte 106 países, observando os mais altos padrões de julgamento, com suas atividades estabelecidas pelo Estatuto de Roma. Embora o tribunal não faça parte das Nações Unidas, ele mantém uma relação de cooperação com a ONU.

A procuradora-geral do TPI, Fatou Bensouda disse: "Nosso departamento fez uma revisão sobre os relatórios de assassinatos ocorridos no Burundi, além de analisar casos de prisão, desaparecimentos, torturas e outras formas de violência". Notícias da Reuters afirmam que especialistas da ONU citam que rebeldes estão envolvidos na maioria dos casos e muitos deles foram treinados por militares ruandeses. Há refugiados do Burundi vivendo em Ruanda e eles estão sendo recrutados por grupos armados não estatais.

"Sabemos que Burundi assinou o Estatuto de Roma, em 1999 e fez uma ratificação em 2004, motivo pelo qual autoriza que o ICC (International Criminal Court) faça suas investigações no país sem qualquer intervenção do Conselho de Segurança da ONU. O Burundi é um dos últimos de uma série de países africanos a ser investigado pelo TPI", comenta um dos analistas de perseguição que acredita que muitos vão aplaudir essa ação e outros vão denunciar, principalmente os causadores das ações investigadas. "Para os cristãos, é uma luz no fim do túnel, que traz esperança de justiça e que combate um pouco da impunidade", conclui o analista.

Fonte: Portas Abertas.

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