Tribunal da Turquia decide libertar pastor evangélico dos EUA

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

12 de outubro de 2018.

Um tribunal da Turquia decidiu nesta sexta-feira (12) libertar o pastor evangélico americano Andrew Brunson da prisão domiciliar. O tribual sentenciou Brunson a três anos de prisão, mas concluiu que ele não precisará ficar mais tempo sob custódia por causa do tempo que já esteve preso.

Brunson foi preso em outubro de 2016 e em julho deste ano foi transferido para prisão domiciliar.

O pastor era julgado por "terrorismo" e "espionagem", acusado de agir em nome da rede do pregador Fetullah Gülen, a quem Ancara acusa de ser o mentor do golpe fracassado de julho de 2016, mas também em nome do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK). Essas duas organizações são consideradas terroristas pela Turquia.

Os EUA pediam a libertação do pastor, enquanto Ancara solicitava a extradição de Gülen.

A decisão desta sexta faz com que Brunson possa deixar a Turquia e ir aos Estados Unidos. O presidente Donald Trump publicou em sua conta no Twitter: "Trabalhando muito duro sobre [o caso] o pastor Brunson!".

"Meus pensamentos e orações estão com o pastor Brunson, e esperamos tê-lo de volta e em segurança em breve!", disse em outro tuíte.

 A prisão de Brunson causou uma crise diplomática entre os dois países e uma crise da moeda da Turquia em agosto.
 

Na época, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan atribuiu a um complô a queda vertiginosa da lira turca, acusou os EUA de quererem esfaquear a Turquia pelas costas.

EUA e Turquia são dois membros da Otan que têm se distanciado há anos devido a uma série de divergências sobre a Síria, sua percepção de ameaças de segurança e acordos de defesa.

Os EUA impuseram sanções contra dois ministros turcos, e Ancara respondeu com medidas similares. Na sequência, Trump anunciou o aumento das tarifas de importação do aço e do alumínio turcos. E a Turquia retaliou com aumentou de tarifas de vários produtos dos EUA.

Em julho, os EUA tinham anunciado que iriam impor sanções contra a Turquia pela prisão de Brunson.

Fonte: G1

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