Termina o Ramadã, mas continua a perseguição

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

26 de junho de 2017.

 

O jejum dos muçulmanos aconteceu em meio a incidentes e violência contra os cristãos e os não-muçulmanos

Vários incidentes marcaram o Ramadã deste ano, no Oriente Médio. No Afeganistão, um atentado com um carro-bomba matou 80 pessoas e deixou centenas de feridos. No Paquistão, uma emenda na lei que protege o jejum islâmico ameaçou multar ou prender os "infratores", ou seja, aqueles que ousassem ingerir alimentos ou bebidas em público, desrespeitando assim a ocasião sagrada.

Na Líbia, as comemorações islâmicas coincidiram com a retomada da violência em Trípoli, onde grupos rivais tentaram tomar posições no centro da capital. As autoridades relataram 28 mortes, enquanto as forças leais do Governo de União Nacional (GNA, sigla em inglês) lamentaram 52 mortes. "Este é o presente (dos grupos armados) aos cidadãos para o mês do Ramadã", denunciou o GNA.

E entre muitos outros incidentes, hoje termina o Ramadã, mas continua a vulnerabilidade dos cristãos que vivem em países onde o islã é a religião oficial. Muçulmanos extremistas vão continuar com seus ataques, hostilizando os não-muçulmanos e espalhando a violência. Por isso, continue intercedendo pela Igreja Perseguida, pelos nossos irmãos que vivem ao redor do mundo, pois eles precisam saber que não estão sozinhos. Somos uma só família em Cristo.

"Mas eu, Senhor, a ti clamo por socorro; já de manhã a minha oração chega à tua presença." (Salmos 88.13)

Fonte: Portas Abertas

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