Tensão no Iêmen afeta toda a população.

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

28 de março de 2015.

O Iêmen vive uma crise política desde 22 de janeiro, dois dias depois de a milícia xiita assumir o controle do palácio presidencial e, na sequência, o presidente Abd Rabbo Mansour Hadi renunciar ao seu governo. Os diversos conflitos sectários (religiosos) que têm acontecido no país chamam a atenção para o estado de insegurança da população

O presidente do Iêmen, Abd-Rabu Mansur Hadi, chegou ontem (26) à capital da Arábia Saudita, Riad. Os ataques recentes da Força Aérea saudita em território iemenita, e que mataram pelo menos 18 civis em Sanaa, tornam o Iêmen a nova frente de combate entre sauditas e iranianos – tradicionais adversários do Oriente Médio.

O reino sunita da Arábia Saudita acusa o grupo Houthi, que pertence a uma minoria xiita no país, de ser financiado pelo Irã. Ambos negam a acusação. Para o embaixador da Arábia Saudita nos Estados Unidos, Adel Al-Jubeir, os houthis "sempre escolheram o lado da violência".

De acordo com a agência de notícias oficial saudita SPA, Hadi foi recebido em Riad pelo ministro saudita da Defesa, Mohamed bin Salman bin Abdel-Aziz. O paradeiro exato do presidente iemenita era desconhecido desde quarta-feira (25), quando as forças houthis se aproximaram da cidade de Áden, onde o líder tinha estabelecido sua sede de governo há pouco mais de um mês – após fugir de Sanaa, que foi tomada pelos rebeldes xiitas em setembro.

Após conflitos e bombardeios dos grupos opostos, o secretário-geral da Liga Árabe, Nabil al-Arabi, anunciou no balneário egípcio de Sharm el-Sheikh que os países do bloco concordaram em formar uma força militar unificada para defender o governo de Hadi, que é reconhecido internacionalmente. O ex-presidente iemenita Ali Abdullah Saleh, que ficou 33 anos no cargo, apoia os houthis, supostamente como parte de um plano para retomar o poder no Iêmen.

A resolução da Liga Árabe pela coalizão militar para combater os rebeldes do Iêmen deve ser aprovada oficialmente no fim de semana, durante a cúpula da entidade no Egito, à qual Hadi deverá comparecer. Além de Arábia Saudita e Egito, participarão da coalizão árabe Kuwait, Catar, Emirados Árabes, Bahrein, Jordânia, Marrocos, Sudão e Paquistão.

Em meio a todos esses conflitos, os cristãos, que já enfrentam forte perseguição por sua fé, também vivem as tensões diárias provocadas pela violência e insegurança. Na Classificação da Perseguição Religiosa, lista atualizada todos os anos pela Portas Abertas, que revela os 50 países mais hostis aos cristãos, o Iêmen ocupa a 14ª posição. 

No país, há certa liberdade religiosa para os estrangeiros, mas o evangelismo é proibido e os iemenitas que deixam o islã podem enfrentar a pena de morte – isso faz o Iêmen um dos países menos evangelizados do mundo.

Ore por toda essa situação que tem assolado a nação e os desdobramentos futuros desses conflitos.

Fonte: Portas Abertas.

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