Tajiquistão: Restrições à liberdade religiosa continuam

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

19 de março de 2016.

 

"Sabemos que o islã radical vai prevalecer e que os cristãos vão enfrentar sérias dificuldades com os trabalhos de evangelização no país"

De acordo com informações da Radio Free Europe, os desenvolvimentos políticos no Tajiquistão estão tomando um rumo surpreendente. No ano passado, um projeto de lei foi aprovado pelo Parlamento, dando a Emomali Rahmon, de 63 anos, o título de "líder da nação", concedendo a ele e seus parentes imunidade vitalícia contra processos judiciais. Em seguida, foram feitas emendas constitucionais que permitem também ao presidente uma dinastia presidencial. O Tribunal Constitucional tadjique vai determinar as mudanças nas leis do país, até o dia 22 de maio, caso a população concorde.

"Não há dúvidas de que a população do Tajiquistão vai aceitar o estabelecimento da dinastia de Rahmon, já que eles querem segurança nestes tempos de grande incerteza. A renda dos trabalhadores caiu muito como resultado da crise na Rússia, praticamente para todas as famílias do país. Há também certo receio por parte do povo por estar muito próximo do Afeganistão, o 4º país na Classificação da Perseguição Religiosa deste ano, onde as atividades dos radicais muçulmanos são intensas. Politicamente, o governo do Tajiquistão, o 31º da relação, já removeu a oposição das áreas de influência, proibindo inclusive a presença do Partido Islâmico do país em 2015", comenta um dos analistas de perseguição.

Há centenas de cidadãos tadjiques que lutam contra o Estado Islâmico na Síria e no Iraque. O país está perdendo sua proteção militar por parte da Rússia, que está retirando seus soldados de lá. Todos esses fatores criam insegurança na população. "O efeito sobre a igreja tadjique, em todo esse contexto, é limitado por enquanto, porque o país já possui várias restrições à liberdade religiosa, imposta pelo regime atual. A principal meta do governo, nesse momento, é estabilizar a sociedade e combater todas as ameaças de insegurança. Sabemos que o islã radical vai prevalecer e que os cristãos vão enfrentar sérias dificuldades com os trabalhos de evangelização no país", conclui o analista. Ore por essa nação.

 

Fonte: Portas Abertas.

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