Sudão: Acordo de paz é mais violado do que respeitado

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

19 de abril de 2016.

 

A guerra civil que começou em dezembro de 2013 já custou milhares de vidas. Mais de 1,5 milhão de civis estão deslocados por conta de um conflito que coloca um grupo étnico contra o outro

De acordo com as últimas notícias das Nações Unidas, Kyung-wha Kang, secretária geral dos Assuntos Humanitários e Coordenadora Adjunta do Socorro de Emergência da ONU, está pedindo o fim do sofrimento da população sudanesa que vive no sul do país e exigindo que os responsáveis ​​pelos "crimes hediondos" prestem contas e assumam a responsabilidade. Ela também alertou que se a comunidade internacional não agir o mais rápido possível, um desastre ainda maior poderá acontecer. Ela acompanhou Ban Ki-moon, atual secretário geral da ONU, em sua visita ao Sudão, no mês de fevereiro, e participou das reuniões com o presidente do país, juntamente com os líderes comunitários.

"A guerra civil que começou em dezembro de 2013 já custou milhares de vidas. Mais de 1,5 milhão de civis estão deslocados por conta de um conflito que coloca um grupo étnico contra o outro. Os direitos humanos fundamentais foram gravemente violados e depois de muitas tentativas, por grupos regionais e da comunidade internacional, um acordo de paz foi finalmente assinado em agosto de 2015", comenta um dos analistas de perseguição.

No entanto, o acordo foi muito mais violado do que respeitado, causando frustração para todos, inclusive para a comunidade internacional. Para os cristãos, o povo doSudão, o 8º país na Classificação da Perseguição Religiosa atual, precisa de mais orações do que nunca. Cristãos sudaneses são muito fervorosos e não se abalam com facilidade. Embora a perseguição seja extrema, as igrejas continuam de pé com seus trabalhos evangelísticos, líderes continuam sendo treinados pela Portas Abertas para os diferentes aspectos do ministério e os projetos em andamento incluem a distribuição de Bíblias, literatura cristã e desenvolvimento comunitário. Em suas orações, lembre-se de interceder pelos cristãos sudaneses perseguidos.

Fonte: Portas Abertas.

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