Sri Lanka: como estão nossos irmãos após ataques na Páscoa

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

16 de maio de 2019.

Após os ataques no domingo de Páscoa no Sri Lanka, o exército está em todas as partes. Os soldados bloqueiam estradas, revistam veículos e procuram materiais suspeitos. Recentemente, um terminal de ônibus foi completamente interditado devido a ameaças de bomba. Lugares de culto, como igrejas e mesquitas, são altamente vigiados por policiais e seguranças. Todas as entradas têm a presença de homens armados – a Zion Church não é exceção.

Uma equipe da Portas Abertas visitou essa igreja, onde 29 pessoas morreramm na explosão, das quais 14 eram crianças que tinham acabado de sair da classe de escola dominical e tomavam um lanche. Na verdade, o templo original, que foi atacado no domingo de Páscoa, continua interditado. Mas os cultos são realizados em um centro comunitário perto da igreja. Ali, centenas de adoradores enchem o lugar, com mãos erguidas e bradando “amém, aleluia”.

Na explosão, estilhaços tiraram a vida e os membros de muitas pessoas, mas os cristãos se ajoelham, ficam de pé e cantam. Eles clamam por cura e pedem para Deus ajudá-los a perdoar e amar. O pastor da igreja, Roshan Mahesan diz: “Eles são mártires e agora estão em casa com Jesus”. Cinco membros da igreja estão no hospital de Colombo e outros no hospital de Kandy; outros estão na UTI.

“Eles não foram mortos, eles foram semeados”

A primeira casa que a equipe visitou foi a de Arasaratnam Verl, que perdeu o único filho (Jackson, de 13 anos), a irmã (Verlini, 36, que era a professora das crianças na escola dominical) e o marido dela (Ranjith, 39, engenheiro). O casal (Verlini e Ranjith) deixou dois filhos. Na ocasião da visita era o aniversário da mais nova, Eliza, de 6 anos. Ela estava sendo transferida para a UTI de Colombo e perdeu o útero e a visão de um olho na explosão. Os médicos estão tentando salvar o outro olho. Seu irmão, de 8 anos, se chama Rufus Isaac.

Verl testemunha: “Eles não foram mortos, eles foram semeados, pois são como sementes. O sangue dos mártires é a semente da igreja”, citando Tertuliano, um dos pais da igreja no Norte da África. Ele continua: “Jesus morreu na Sexta-Feira Santa e ressuscitou no domingo de Páscoa. Meu filho, minha irmã e meu cunhado morreram, mas foram ressuscitados com Jesus naquele dia”. Mesmo após o acidente, apesar de toda dor, perda e luto, Verl se comprometeu a dedicar sua vida a Deus. Ele diz: “Eu sou zero, Jesus é tudo. Meu filho foi meu por 13 anos, mas é dele para sempre”.

Ajude o Sri Lanka
A Portas Abertas atua no Sri Lanka em várias frentes há anos e agora também está apoiando as famílias das vítimas dos ataques do domingo de Páscoa. Você pode mostrar para eles que não estão sozinhos e assim fazê-los receber o amor da família da fé. Conheça a campanha e envolva-se.

Pedidos de oração

  • Clame pela cura do Senhor sobre seu povo e por paz sobre toda a nação do Sri Lanka.
  • Peça para que o amor vença o medo que está presente não somente entre a comunidade cristã, mas também entre hindus, budistas e muçulmanos.
  • Interceda pela vida de Verl e de todos os outros cristãos que perderam entes queridos, para que sejam fortalecidos e consolados pelo Senhor. Há famílias inteiras que foram mortas nos ataques.

Fonte: Portas Abertas

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