Somália: Estratégias dos cristãos para manter a igreja viva

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

21 de janeiro de 2017.

 

Cristãos não podem permanecer juntos por mais de três horas, a fim de não levantar suspeitas; eles costumam deixar o local de reunião individualmente, e com intervalo de tempo entre um e outro

Na Somália, a liberdade de religião simplesmente não existe. Se alguém for pego com uma Bíblia certamente enfrentará a morte. As reuniões entre irmãos devem acontecer com o maior sigilo e eles não podem permanecer juntos por mais de três horas, a fim de não levantar suspeitas. Eles costumam deixar o local de reunião individualmente, e com intervalo de tempo entre um e outro.

Muitos ex-muçulmanos continuam a frequentar as mesquitas para não chamar a atenção de seus familiares. A nova fé deve ser mantida em segredo. Em suas orações, enquanto estão entre os muçulmanos, os cristãos dirigem as palavras em pensamento à al-Masih (Jesus, o Messias). “Sabemos que qualquer um que seja suspeito de ser cristão será torturado e morto, então oramos secretamente. Temos orado ao lado de muçulmanos, de noite ou de dia. Apesar de todo o cuidado, muitos de nossos amigos foram mortos. Vivemos com medo!”, disse Ahmed, um cristão somali.

Para evitar o sequestro e a morte, muitos cristãos tentam fugir do país, mas a minoria consegue partir sem ser descoberta. Há relatos de que alguns tenham os dedos cortados por não negar a Cristo. O governo do país demonstra sérias violações dos direitos humanos e a igreja sobrevive nesse cenário violento e cheio de contradições. Lembre-se dos nossos irmãos somalis em suas orações.

Fonte: Portas Abertas

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