Situação ainda é crítica para a igreja no Afeganistão

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

25 de outubro de 2016.

 

Até agora o governo não conseguiu enfraquecer os grupos radicais islâmicos atuantes no país; isso chama a atenção para a situação de risco e insegurança dos cristãos

No início do mês, houve um atentado na província de Kunduz, uma cidade que fica ao Norte do Afeganistão. O ataque feito pelo Taliban (movimento fundamentalista islâmico nacionalista) aconteceu um dia antes da Conferência Internacional sobre o Afeganistão, em Bruxelas, na Bélgica. Foi o segundo maior ataque desde setembro de 2015. Mais de 40 mil pessoas se viram envolvidas no conflito e tiveram que fugir.

Até agora o governo não conseguiu enfraquecer os grupos radicais islâmicos atuantes no país. Isso chama a atenção para a situação de risco e insegurança de todos os cidadãos afegãos, e ainda mais para aqueles que pertencem ao cristianismo. A igreja não é bem vinda para essa nação que está entre os 10 primeiros países que mais enfrentam a perseguição religiosa no mundo. Dos 50 países que compõem a atual Classificação da Perseguição Religiosa, o Afeganistão ocupa o 4º lugar.

A igreja tem enfrentado tempos difíceis e os novos convertidos tentam viver no anonimato para poupar suas vidas. A situação é tensa em todo o país, de forma geral, mas para quem se decide por Cristo é ainda pior. Até agora não houve um acordo de paz duradouro entre o governo e o Taliban, então não há perspectivas para a segurança das minorias religiosas no país. A situação continua crítica, mas a igreja permanece firme em seus propósitos. Interceda por essa nação.

Fonte: Portas Abertas.

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