República Centro Africana: País vive um momento delicado

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

12 de abril de 2016.

 

A instabilidade dos últimos anos criou uma situação em que os homens armados e grupos militantes estão praticamente livres para atacar a população

De acordo com informações da agência de notícias Reuters, 12 pessoas foram mortas em aldeias da República Centro-Africana, por um grupo de homens armados. O ataque ocorreu perto da cidade de Bambari, próximo ao rio Ouaka. De acordo com as autoridades locais, o motivo do crime ainda não foi esclarecido, mas eles não acreditam que tenha sido por motivos políticos, comunitários ou religiosos, que tanto abalam o país. A Reuters também informou que mais de 200 pessoas foram sequestradas, só esse ano, pelo LRA – Lord’s Resistance Army (Exército de Resistência do Senhor), um grupo rebelde que também opera no norte de Uganda, Sudão e Congo.

"Essa é uma pequena amostra do que o presidente cristão Touadéra enfrenta depois de vencer as eleições presidenciais. O colapso do Estado e a instabilidade dos últimos anos criou uma situação em que os homens armados e grupos militantes estão praticamente livres para atacar a população. A menos que o novo governo, com a ajuda da comunidade internacional, consiga afirmar sua autoridade, e impor a lei e a ordem, a situação pode deteriorar-se e os conflitos religiosos e étnicos dos últimos anos poderiam reaparecer", comenta um dos analistas de perseguição. A República Centro-Africana é o 26º país da Classificação da Perseguição Religiosa e está vivendo um momento complicado de uma forma geral, mas para os cristãos, a violência é dobrada. Interceda por eles.

A meta do grupo é estabelecer a democracia multipartidária. Tudo indica que seus militantes pratiquem o "culto à personalidade" de seu líder Joseph Kony, um "profeta" auto-declarado que ficou muito conhecido na África pela violação dos direitos humanos, incluindo assassinatos, sequestros, mutilação, escravidão sexual de crianças, entre outros crimes. O LRA afirma estar lutando para estabelecer um Estado que será governado pelos "10 Mandamentos", em Uganda. A atuação deles em outros países inclui principalmente o sequestro para que eles possam aumentar seu exército de escravos.

 

Fonte: Portas Abertas.

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