República Centro-Africana: Igreja enfrenta desafios ainda maiores

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

10 de agosto de 2017.

 

O número de deslocados se aproxima a meio milhão e eles ainda enfrentam violência, fome e insegurança

A situação na República Centro-Africana piorou nos últimos meses. "A violência está se intensificando, a crise aumentou, muitos estão morrendo. Precisamos agir agora para não lamentar depois”, disse recentemente Stephen O'Brien, chefe da ajuda da ONU. Depois de um período de relativa paz, após a eleição do presidente Touadéra (em fevereiro de 2016), a violência retomou seu lugar nesse país, se destacando ainda mais a partir do mês de maio, quando mais de 300 pessoas morreram em confrontos entre grupos armados.

"É muito claro para os que atuam nessa nação, que é hora de autorizar um aumento das tropas e do pessoal da polícia para que a Missão da ONU na República Centro-Africana possa cumprir seu mandato de proteção em tempos críticos. É urgente lutar para conter essa crise que se instalou”, alertou Stephen em um de seus relatórios especiais. “Lamento a violência e as atrocidades vistas desde o início do ano e estou preocupado com as ações entre grupos armados e políticos”, disse ele.

Stephen afirma que há um risco real de “limpeza étnica”. As lutas entre o Seleka e o anti-Balaka atingiram um grau alarmante. “É uma das maiores crises humanitárias do mundo”, ressalta. Além disso, cerca de 180 mil pessoas foram deslocadas somente em 2017, número que somado aos anos anteriores chega perto de meio milhão. A igreja no país, portanto, enfrenta grandes desafios e necessita das nossas orações.

Fonte: Portas Abertas

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