Ramadã: Chega ao fim, não deixe de orar

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

18 de julho de 2015.

O nono mês do calendário lunar muçulmano, o Ramadã está chegando ao fim. Foram 30 dias de oração, jejum e sacríficio. O presidente sírio, Bashar al-Assad, acompanhou hoje a oração do fim do Ramadã, em uma mesquita em Damasco, informou a agência oficial Sana. O chefe de Estado, cujas tropas combatem os rebeldes sírios e o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), fez raras aparições em público desde o início do conflito, há mais de quatro anos.

Em seu sermão, o líder da mesquita, Mohamad Sharif al-Sawad, orou a Deus para que preserve a Síria, seu líder, seu exército e seu povo, e que conquistem a vitória sobre seus inimigos. "O exército sírio seguirá defendendo a pátria", acrescentou ele, segundo a agência.

Mais de 230 mil pessoas morreram desde o início do conflito na Síria, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos, e milhares precisaram fugir do país. Durante o mês do Ramadã, o EI castigou muitas pessoas que se recusaram a praticar o jejum. 
Segundo a Agência de notícias Efe, dezenas de pessoas sofram castigadas, alguns menores de idade, por não cumprirem o jejum durante o mês do Ramadã na Síria, com crucificações, repreensões e foram exibidas em público dentro de jaulas.

Ainda não há um número exato de crucificados e vítimas porque em alguns casos o EI impôs o castigo e, ao mesmo tempo, a vítima foi exibida em uma jaula. Nas crucificações, os extremistas penduraram no pescoço dos "infratores" cartazes com mensagens que diziam "crucificado por um dia inteiro e 70 chicotadas por quebrar o jejum". Além disso, ao aplicar o castigo em via pública, os radicais permitiram que menores de idade zombassem das vítimas.

O retrospecto ainda que impreciso é triste, mas o certo é que muitas pessoas, inclusive cristãos, sofreram e algumass morreram por não concordarem com o jejum. Ore por essas pessoas e suas famílias, a realidade e pressão em que vivem é severa. Interceda também pelos mulçumanos, que um dia eles possam encontrar e se entregar ao verdadeiro caminho, que é Jesus. Enquanto eles oram a Alá, nos oramos por eles!

Fonte: AFP.

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