Quando a esperança convive lado a lado com o desespero

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

25 de outubro de 2014.

Pouco mais de dois meses desde a primeira chegada em massa de refugiados, Sara*, uma colaboradora da Portas Abertas, visitou a cidade iraquiana curda de Erbil. A área tem sido inundada com pessoas que fugiram do grupo extremista Estado Islâmico (EI).

"Eu visitei uma série de acampamentos na comunidade cristã de Ankawa, em Erbil", conta ela. "Lá, eu vi que muitos refugiados procuram reconstruir sua vida, tanto quanto possível. É um lugar calmo. Aqui e ali, as celebrações são realizadas. A vida continua. Ao mesmo tempo, encontrei outros refugiados em profundo estado de choro e luto em suas tendas.”

Ela acrescenta que muitas pessoas estão "gravemente traumatizadas” e perderam tudo o que possuíam. Inúmeros refugiados estão fugindo pela segunda, terceira ou mesmo quarta vez. Um homem disse à Sara: “Dos meus 58 anos, apenas oito  eu pude viver em paz. Por vezes eu desejei nunca ter nascido.”

Sara afirma que quase todos os refugiados querem deixar o país. Mas, muitos cristãos não podem pagar os custos da viagem e acabam vivendo em condições terríveis no Iraque.

Mantenha a Igreja viva no Iraque
Desde 1994, a Portas Abertas está no Iraque, lutando para manter esses corajosos irmãos vivos. E, hoje, o trabalho é ainda mais urgente e intenso. Cristãos refugiados precisam de auxílio para prosseguir a vida e sustentar sua família onde estão. Os poucos que permaneceram precisam de abrigo, alimento, água e remédios. A Igreja no Iraque precisa de socorro emergencial. Ajude!

*Nome alterado por motivos de segurança. 

Fonte: Portas Abertas.

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