Publicidade sobre meninas esconde perseguição de cristãos.

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

11 de abril de 2015.

O mundo inteiro já ouviu falar do rapto de Chibok: mais de 250 meninas, predominantemente cristãs, sequestradas por Boko Haram no norte da Nigéria, em abril de 2014. Porém, não são as únicas vítimas aterrorizadas no norte da Nigéria. A equipe da Portas Abertas na Nigéria relatou o sequestro de centenas, se não milhares, de crianças e adultos, como parte da islamização forçada pelo Boko Haram

A Publicidade em torno Boko Haram obscurece uma perseguição generalizada aos cristãos no na região norte da Nigéria. Logo após o sequestro das meninas na escola, o grupo voltou a Borno e sequestrou mais 170 pessoas, entre mulheres e crianças. Este ataque aconteceu há apenas 24 quilômetros de onde as meninas foram sequestradas. Desde então, as invasões do Boko Haram em vilas nigerianas vêm aumentando, agredindo e matando homens, sequestrando e violentando mulheres, em sua maioria cristã.

Em um relatório mensal sobre perseguição muçulmana aos cristãos, Raymond Ibreahim narra casos de perseguição em vários países desde julho de 2011. O autor revelou que mais de mil igrejas foram incendiadas em um período de quatro anos pelo Boko Haram e que o grupo destruiu mais 200 igrejas entre agosto e outubro de 2014. Para agravar a situação tanto da Nigéria, como de países em que grupos radicais islâmicos lançaram campanha de islamização, o Boko Haram jura fidelidade ao também radical grupo Estado Islâmico.

Dada a magnitude da perseguição contra os cristãos na Nigéria, Ibrahim chamou o país de um dos "piores lugares" do mundo para os cristãos.

Em visita ao país, equipes da Portas Abertas estiveram com cristãos nigerianos orando, confortando e encorajando tanto os pais das meninas sequestradas, como os demais cristãos perseguidos.

Além disso, ao longo dos meses, a Portas Abertas mobilizou cristãos ao redor do mundo para apoiar as famílias em oração e também visitou e encorajou seus entes queridos, lembrando-os de que não estão sozinhos. Leia aqui.

Colaboradores da Portas Abertas na Nigéria relatam que muitas dessas meninas têm passado por situações terríveis desde que foram levadas pelos radicais. Elas têm sido repetidamente violentadas e sofreram várias formas de tortura. Muitas já devem ter sido vendidas como escravas. No relato de uma das meninas que conseguiu pular do caminhão que as sequestrava, uma dessas meninas conta o horror que foi o ataque à escola. Após seis meses de sequestro, outras seis garotas conseguiram fugir do domínio do grupo e relatam como foi passar este tempo entre os sequestradores.

Fonte: Portas Abertas.

 

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