Professor dá um alerta aos cristãos durante encontro global

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

23 de novembro de 2015.

A Conferência Global para Cristãos, realizada pelo presidente da Albânia, Bujar Nishani, abordou diversos assuntos de interesse comum a todas as denominações representadas. A primeira palestra foi dada por um professor de história contemporânea da Universidade de Roma, Dr. Andrea Riccardi. Em seu discurso, ele destacou: "Se não levássemos a sério a Bíblia, como iríamos viver?". Ele contou que um grupo de jovens de classe média, se mudou para uma área decadente de Roma, a fim de viver entre os pobres. A experiência se espalhou para outros 70 países, e agora faz parte de um programa de líderes mundiais que combatem o vírus do HIV.

O professor lembrou o público sobre um de seus amigos, Christian de Chergé, de um mosteiro na Argélia, cuja maioria dos monges foram sequestrados, e depois decapitados por um grupo islâmico armado, em março de 1996. A história deles foi registrada no filme ‘Of Gods and Men’, além de outras lembranças tristes de vários cristãos, que morreram sendo inocentes. "Pessoas generosas estão morrendo ao redor do mundo, e temos que negociar com o Estado Islâmico por suas vidas. Mas o que eles fizeram? Como é que ninguém faz nada? Como os líderes políticos podem compartilhar a mesma mesa com eles?", questionou.

Os argumentos de Riccardi não chocaram apenas os políticos, mas os próprios cristãos: "Muitas vezes, as igrejas cristãs se recusam a lutar pelo resgate de alguns irmãos humilhados, simplesmente porque são de outras denominações ou de nacionalidade diferente. Como isso pode acontecer em nosso meio?".

Para ele, "a questão da perseguição deve ser cuidadosamente estudada, pois cada história é diferente. Eu achava que sabia pelo menos um pouco da história do cristianismo contemporâneo, mas ela é muito mais complexa do que eu pensava. A história do cristianismo, tanto do passado quanto do presente, é a história do martírio. Há pessoas morrendo neste milênio. Devemos nos conscientizar que o século XXI é um novo tempo de perseguição e que ela está se intensificando a cada dia", finaliza.

Fonte: Portas Abertas.

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