Paz não é realidade para muitos cristãos colombianos

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

21 de setembro de 2017.

 

Hoje é comemorado o Dia Internacional da Paz. Entre discursos e acordos de guerra e paz na Assembleia Geral da ONU, que vai até 28 de setembro, fato é que a guerra é mais presente na vida das pessoas do que se imagina. O mundo nunca esteve livre de guerras ou conflitos. Disputa por território, combate às drogas, diferenças étnicas, religiosas, econômicas e culturais estão entre as principais causas. Estima-se que cerca de 50 países estejam em guerra ou vivendo algum conflito sangrento. Entre eles estão Colômbia e México, na América Latina.

Foi na Assembleia Geral da ONU do ano passado que o presidente da Colômbia entregou o acordo de paz entre o governo e as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Um plebiscito feito após o acordo mostrou que ele foi rejeitado pela maioria dos cidadãos no país. O acordo de paz foi aplaudido pelo mundo, mas trouxe pouca mudança para aqueles que são perseguidos pelas FARC, como os indígenas convertidos ao cristianismo.

Os incidentes de violência contra cristãos indígenas são frequentes na Colômbia e se manifestam em forma de tortura, prisão e exílio. Estima-se que cerca de 30% da população indígena seja de cristãos e cerca de 40% enfrenta a perseguição. Atualmente, existem mais de 400 cristãos indígenas deslocados em razão da perseguição religiosa. Ore para que Deus traga paz à Colômbia e aos outros países que enfrentam conflitos nos dias de hoje.

Fonte: Portas Abertas

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