Pastor Behnam Irani tem liberdade condicional recusada

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

14 de março de 2015.

 

No início desse mês, o pastor Behnam Irani, que está cumprindo uma sentença de seis anos de prisão, sob falsas acusações, teve a liberdade condicional recusada por um juiz. Sob a lei iraniana, prisioneiros podem ser libertados condicionalmente por bom comportamento, uma vez que tenham cumprido mais da metade de sua pena

Embora as autoridades da prisão tenham concordado com a liberdade condicional do pastor Irani, o juiz recusou o recurso, resultando em sua contínua detenção.

Jason Demars, presidente da Present Truth Ministries, disse que é comum que as autoridades iranianas forcem os cristãos a assinar acordos alegando que irão se abster de atividades cristãs quando lhes for concedida a libertação condicional.

Demars acredita na possibilidade de o governo iraniano ter tentando fazer com que Irani assinasse um acordo desse tipo, o qual ele provavelmente se recusou. Demars está investigando a suspeita com fontes no Irã.

Em 19 de outubro de 2014, Irani foi condenado a mais seis anos de prisão por "ação contra a segurança nacional" e "a criação de uma rede para derrubar o sistema," termos comumente usados pelo governo islâmico para suprimir os cristãos e os adversários políticos. Quando o veredito foi proferido, Irani já estava servindo uma pena de cinco anos por seu envolvimento com igrejas domésticas (saiba mais aqui).

Irani é um cristão convertido do islamismo que, originalmente, foi acusado de Mofsed-fel-arz ou "espalhar a corrupção na Terra", punível com a pena de morte. Porém, os encargos sobre ele foram reduzidos em outubro passado.

Entenda o caso
Principal pastor da igreja em Karaj, Irani foi preso pela primeira vez em 2006 por evangelizar e realizar reuniões de igrejas domésticas. Ele foi libertado sob fiança em janeiro de 2007. Em fevereiro de 2008, um tribunal condenou-o a cinco anos de prisão, mas suspendeu imediatamente a sentença, essencialmente, dando-lhe cinco anos de liberdade condicional.

Irani continuou seu trabalho e foi preso novamente em 14 de abril de 2010. As autoridades o acusaram de difundir o cristianismo, participando de reuniões de igrejas domésticas e cometer outros crimes “contra a segurança nacional”. Ele foi libertado sob fiança em junho de 2010.

Em janeiro de 2011, ele foi condenado a cumprir pena de um ano na prisão. Mas em 31 de maio de 2011, quando Irani se apresentou para iniciar a sentença, ele foi informado de que a suspensão sobre a condenação de cinco anos havia sido revogada.

Fonte: Portas Abertas.

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