Pastor assírio é preso em Teerã

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

21 de janeiro de 2015.

 

Mesmo quase um mês depois do Natal, notícias de perseguição aos cristãos em diferentes países referentes à época continuam a chegar. No Irã, mais um líder da Igreja foi preso unicamente por sua fé.

Interrompendo uma celebração de Natal, os agentes de segurança do Tribunal Revolucionário invadiram a casa do pastor Victor Bet-Tamarz, 26 de dezembro, em Teerã, e prenderam temporariamente todos os presentes. O pastor e outro homem permanecem detidos, embora não haja nenhuma informação adicional sobre a sua situação.

Cada um dos cristãos presentes foi filmado e obrigado a se identificar para a câmera, dizendo por que estava ali e por que achava que estava sendo preso. Separando os homens das mulheres, os agentes passaram a revistar cada pessoa presente, confiscando Bíblias, telefones celulares e documentos de identificação. A casa do pastor Victor também foi revistada e seus computadores, telefones celulares e livros foram apreendidos.

Victor Bet-Tamarz é um pastor assírio que costumava ser reconhecido oficialmente pelo governo iraniano. Cristãos assírios são autorizados a adorar a Deus em sua própria língua, que é uma derivação do aramaico. No entanto, a igreja do pastor Victor em Teerã é mantida fechada desde 2009 por ele ter se recusado a cumprir com os regulamentos que exigiam que os líderes da igreja assíria proibissem não assírios de assistir e participar de cultos em farsi, língua da maioria muçulmana do país.

Como um grupo minoritário reconhecido oficialmente no Irã (estima-se que hoje existam 20 mil assírios no Irã), os assírios têm a concessão de um assento parlamentar, atualmente ocupado por Yonatan Betkolia.

Interceda!
Hoje há cerca de 75 cristãos presos no Irã por praticarem sua fé. Alguns estão com problemas de saúde, outros se encontram em locais desconhecidos. Lembre-se desses irmãos em suas orações.

Fonte: Portas Abertas.

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