Paquistão: Segurança salva igreja com a própria vida

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

01 de fevereiro de 2016.

 

Os cristãos reconheceram que foi um ato corajoso e ele morreu como um mártir, na intenção de proteger a igreja

Paquistão nunca esteve numa posição tão alta na Classificação da Perseguição Religiosa. Esse ano, ele se junta à Nigéria ao atingir a pontuação máxima no quesito violência contra os cristãos e a própria igreja. Agora o país ocupa a 6ª posição, dentro de um contexto de perseguição extrema, onde as leis do país tiram toda a liberdade de um cristão, levando-o à prisão, tortura e até morte.

Mesmo assim, há milagres acontecendo por lá, já que Deus não desampara os filhos que Ele tanto ama. Há também notícias que chegam como um verdadeiro refrigério, dando esperança aos cristãos locais. "Em uma cidade paquistanesa, um cristão que trabalhava como segurança de uma rua, viu dois homens bombas se aproximarem de uma igreja. Ele os abordou, tentando fazê-los parar, mas os homens acionaram as bombas antes mesmo de chegar à igreja e os três morreram. Na semana seguinte, a igreja que foi poupada do atentado estava lotada de pessoas", conta um dos analistas de perseguição.

Ainda que triste, pela perda do segurança, os cristãos reconheceram que foi um ato corajoso e ele morreu como um mártir, na intenção de proteger a igreja. Os ataques à bomba não impedem que os cristãos frequentem as igrejas, mesmo sabendo que correm risco de vida. Lembre-se dos cristãos paquistaneses em suas orações. Eles precisam de forças para seguir em frente.

Pedidos de oração

  • Ore para que Deus console a família do segurança que protegeu a igreja com a própria vida.
  • Peça ao Senhor para que a igreja paquistanesa continue crescendo, com fé e coragem, a fim de alcançar mais pessoas através da Palavra.
  • Ore também pelos perseguidores para que sejam tocados pelo Espírito Santo e também aceitem a Jesus como Salvador.

 

Fonte: Portas Abertas.

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