Papa e Bartolomeu I pedem medidas contra perseguição a cristãos

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

30 de novembro de 2014.

 

O papa Francisco e o patriarca ortodoxo Bartolomeu I pediram neste domingo (30), na Turquia, à comunidade internacional que "dê uma resposta apropriada" aos ataques contra cristãos em países do Oriente Médio.

Ambos protestaram contra o que denominaram "um Oriente Médio sem cristãos" em alusão à violência cometida contra os fiéis dessa religião em conflitos nos países da região.

"Não podemos nos resignar com um Oriente Médio sem cristãos, que professaram o nome de Jesus ali durante dois mil anos", disseram os líderes religiosos em uma declaração conjunta assinada em Istambul.

Os dois manifestaram concretamente preocupação com os atos de violência contra cristãos "no Iraque, na Síria e em todo o Oriente Médio".

E disseram: "muitos de nossos irmãos e irmãs estão sendo perseguidos e foram expulsos com violência de seus lares. Parece inclusive que se perdeu o valor da vida humana, que a pessoa humana já não importa e que pode ser sacrificada por outros interesses".

"E, de maneira trágica, tudo isto choca com a indiferença de muitos", afirmaram o papa e o patriarca.

Eles exigiram portanto que a comunidade internacional dê "uma resposta apropriada para acabar com a terrível situação dos cristãos e de todos os que sofrem no Oriente Médio".

A assinatura da declaração aconteceu depois de ambos abençoarem os fiéis desde a sacada do Palácio Patriarcal após assistirem a divina liturgia na catedral ortodoxa de São Jorge.

Durante a cerimônia ambos fizeram curtos discursos em que apoiaram a unidade entre católicos e ortodoxos e o papa disse que a Igreja Católica 'não imporá exigências' para isso.

Francisco lembrou que não era a primeira vez que assistia a uma divina liturgia ortodoxa, pois já havia acompanhado uma quando era arcebispo de Buenos Aires, mas disse que a oportunidade de fazê-lo hoje em Istambul era uma "graça singular" de Deus.

Fonte: EFE.

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