O que significa ser "infiel" para os muçulmanos

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

02 de junho de 2017.

 

Muitos cristãos são hostilizados em países que defendem o islamismo como única religião e são classificados como infiéis e traidores

Definir o termo "infiel" usado pelos muçulmanos é importante já que milhares de cristãos no mundo são perseguidos pela "infidelidade" ao deus do islamismo. O número de países que rejeitam o cristianismo e hostilizam aqueles que se decidem por Cristo é cada vez maior, bem como o nível de violência que a igreja enfrenta. Atualmente, 50 países que compõem a Lista Mundial da Perseguição, mas há outras nações que já apresentam casos de cristãos sendo presos por causa da fé e até sendo torturados e mortos pelo nome de Cristo.

O cenário dentro desses países mostra a atuação de extremistas religiosos muçulmanos decretando a Jihad (guerra santa ou luta islâmica) contra os "infiéis" e afirmando que "matá-los é uma obrigação de todos aqueles que seguem o Alcorão", assegurando assim um lugar no "paraíso". Mas o que exatamente quer dizer ser um infiel para eles? Em poucas palavras é ser um "não-muçulmano", de acordo com o contexto religioso que vivem ou ainda abandonar o islã para se converter a outra crença.

Leia aqui algumas declarações de extremistas quando realizam algum ataque contra "infiéis" ou quando conseguem o domínio de alguma região:

"Vamos seguir em frente nesta luta, vamos lançar medo e aterrorizar seus corações. A jihad é tão brilhante quanto o sol que brilha no céu. Essa é uma guerra entre muçulmanos e infiéis", disse um porta-voz dos extremistas islâmicos que atua nas Filipinas. Ele conclui sua mensagem com as seguintes ordens aos seus soldados: "Mantenham os infiéis onde quer que eles estejam. Não usem de misericórdia, atinja-os com seus punhais e coloquem fogo em suas casas", declarou o jihadista. 

"Pedimos a Alá que abençoe a operação realizada pelos leões do Califado, pedimos a Alá que mate os cruzados", escreveu nas mídias sociais um apoiador do Estado Islâmico, logo após a explosão em um metrô, na Rússia, em abril. Outro apoiador chegou a dizer que aquele trem era "um atalho para o inferno para os adoradores da cruz".

"Vamos eliminar todos os cristãos do Egito e limpar o Cairo", essa foi uma das frases ditas pelos extremistas do Estado Islâmico, em um vídeo que divulgava um dos ataques suicidas em uma das igrejas no Cairo, que matou mais de 25 pessoas, em dezembro de 2016.

Isso é só uma amostra de como os cristãos são tratados em diversos países do mundo, onde eles são considerados infiéis pelos islâmicos radicais. A igreja no Brasil é livre para orar, louvar e adorar a Deus. Que a nossa liberdade possa ser usada para estender a mão aos nossos irmãos perseguidos. Persevere e interceda por nossa família em Cristo.

Fonte: Portas Abertas

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