O preço de abandonar o islã para seguir a Cristo

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

16 de janeiro de 2017.

 

“Eles nos consideram impuros e nos obrigam a buscar água do outro lado da cidade. Temos um poço na esquina de casa, mas eles nos proibiram de usá-lo”

Ela cresceu como muçulmana, numa família simples e uma de suas maiores lembranças da infância é de quando apanhava lenha para vender de porta em porta. Hajara* fazia isso depois da escola para ajudar no sustento da família. Hoje, aos 50 anos de idade, ela conta que ouviu falar do evangelho pela primeira vez, ainda muito criança, entre os amigos de classe, motivo de grande preocupação aos seus pais, que a transferiram para outra escola.

“O que eles não sabiam era que a semente plantada em meu coração já tinha raízes”, comenta. “Eu sempre considerei a pregação do islã muito confusa e os versículos do alcorão eram estranhos quando eu comparava com o ensino da Bíblia. Minha decisão era certa, eu queria mesmo seguir Jesus, mas isso teve que ser um segredo. Eu sabia do preço que pagaria por abandonar o islã e seguir a Cristo”, disse.

Hajara se casou com um cristão, aos 15 anos de idade. Juntos enfrentaram pressão social, hostilidade em família e muitos desafios. “Eles nos consideram impuros e nos obrigam a buscar água do outro lado da cidade. Temos um poço na esquina de casa, mas eles nos proibiram de usá-lo. Somos ameaçados de morte. Já pedi ao Senhor para deixar o ministério, pois a perseguição por aqui é severa, mas desistir não faz parte dos planos dele para nossas vidas”, pondera.

Atualmente, Hajara tem uma motocicleta para facilitar suas longas caminhadas. “A Portas Abertas me deu esse presente. Os taxistas cobravam um preço alto para me levar a algumas vilas distantes, agora não, pois eu tenho como me virar. Aprendi a andar de moto em 3 semanas e agora faço muitas visitas aos Mbororos (tribo africana originada dos pastores fulani)”, conta. Apesar de seguirem o islã e praticarem muitos rituais e encantos, eles se mostram abertos ao evangelho, principalmente quando conhecem Hajara, uma mulher cheia do amor e da misericórdia de Deus. Lembre-se dela em suas orações.

Fonte: Portas Abertas

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