Nos jogos do Irã, ore pelos cristãos presos no país

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

20 de junho de 2018.

 

Após vencer de 1x0 do Marrocos, o Irã enfrenta hoje a Espanha na Copa do Mundo na Rússia. Realmente, vai precisar muito da força da torcida que, aliás, tem sido uma das mais animadas e barulhentas nos arredores da Praça Vermelha, conforme reporta O Estado de S. Paulo. O que chama a atenção é que as mulheres são as mais empolgadas. O motivo? No seu país elas são proibidas de ir a um estádio de futebol sob risco de serem presas.

No início do ano, 35 mulheres foram presas por tentar entrar no estádio de Teerã para assistir a uma partida de futebol. Outra razão que leva homens e mulheres a serem presos no Irã é o fato de serem cristãos. O país ocupa a 10ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018 e há relatos de muitos cristãos presos no país.

CRISTÃOS PRESOS NA “PRISÃO MAIS BRUTAL DO MUNDO”

O cristão Naser Navard Gol-Tapeh foi condenado a dez anos de prisão por “atividades missionárias” e em fevereiro foi enviado à Prisão de Evin, em Teerã – a mesma prisão onde estão dois outros cristãos, Majidreza Souzanchi Kushani e Fatimah Mohammadi. Ambos são membros da Igreja do Irã, e estão presos desde 17 de novembro de 2017. Kushani está preso por “prejudicar a segurança nacional” e não se sabe quais são as acusações contra Fatimah, que está na ala feminina da prisão.

A Prisão de Evin foi descrita por Maryam Rostampour e Marziyeh Amirizadeh como “a prisão mais brutal do mundo”. As cristãs ficaram oito meses detidas em Evin oito anos atrás. Maryam diz: “Pessoas que experimentam viver na Prisão de Evin nunca mais serão as mesmas. O estresse é muito alto. Não podemos ser felizes como antes. Não conseguimos viver a vida como pessoas normais porque o tempo todo pensamos naqueles que ainda estão lá”.

Ore por Naser Navard Gol-Tapeh, que teve seu apelo de diminuição de pena negado, e também por Majidreza Souzanchi Kushani e Fatimah Mohammadi, para que sejam guardados pelo Senhor mesmo na “prisão mais brutal do mundo”. Durante os jogos do Irã, lembre-se de interceder pela vida de todos os cristãos presos no Irã por causa de sua fé.

EMOÇÃO DE UMA CRISTÃ EX-PRISIONEIRA

Outra cristã que passou pela prisão no Irã é a professora Maryam Naghash Zargaran. Presa em 2013, ela passou quatro anos na prisão, e foi liberta em agosto do ano passado. Recentemente, conversamos com ela e contamos que cristãos de todo o mundo estavam orando por ela nesse tempo. Ela se emocionou ao saber que não havia sido esquecida e ao ler as cartas de encorajamento que recebeu. 

Fonte: Portas Abertas

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