Mulher é agredida por marido ao se tornar cristã

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

28 de dezembro de 2018.

Na Rússia, muitas mulheres vivem uma situação de vulnerabilidade e são agredidas pelos companheiros. Isso pode acontecer se forem de uma família muçulmana e se tornarem cristãs. Conheça hoje a história de uma delas.

Galiya* é uma jovem senhora que sofria de epilepsia desde a infância e por isso pensava: “Minha doença é meu destino”. Mas cerca de seis anos atrás, uma amiga lhe falou de Jesus e lhe deu uma Bíblia em russo de presente. Logo em seguida, Galiya orou recebendo Jesus como Senhor e Salvador. Ela começou a notar que não estava mais tendo os habituais ataques epiléticos.

Mas quando seu marido e familiares descobriram que ela estava lendo a Bíblia e que orava no nome de Jesus, a levaram a uma universidade islâmica, onde um professor do alcorão a chamou de kafir (que significa infiel em árabe). O marido bateu nela algumas vezes, gritando: “Estou fazendo isso para fazer de você uma muçulmana fiel”.

Depois de tanta resistência e ira contra sua fé, Galiya começou a questionar sua decisão, dizendo: “Talvez eu não esteja no caminho certo”. Então parou de ler a Bíblia e de orar em nome de Jesus. Mas recentemente voltou a ter ataques epiléticos e cair no chão. Como resultado, quebrou a clavícula.

Hoje ela reconhece que Deus quer que ela se arrependa e volte ao caminho com Jesus. Mas ela não entende muitas das doutrinas cristãs, não sabe nada da história de Israel e mal pode responder alguma pergunta sobre a Bíblia. O que sabe é que o filho de Deus, Jesus Cristo, veio ao mundo para morrer por seus pecados para que ela tivesse vida eterna.

Sabemos que todas as situações estão nas mãos de Deus. Não há igreja evangélica na cidade de Galiya e a Portas Abertas busca oportunidades de alcançar mulheres como Galiya e implantar uma comunidade cristã na região. Ore pela Rússia e pelo trabalho da Portas Abertas no país, para que muitas mulheres conheçam o amor de Deus e se tornem fortes discípulas de Jesus.

*Nome alterado por segurança.

Fonte: Portas Abertas

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