Mianmar: Partidos ligados às minorias religiosas perdem

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

18 de novembro de 2015.

 

Com minoria no parlamento, novo governo não garante melhorias a cristãos

As pesquisas realizadas antes das eleições, em Mianmar, mostram que os partidos ligados às minorias étnicas e religiosas estão perdendo, o que indicou a vitória da líder da oposição Aung San Suu Kyi. De acordo com a comissão eleitoral do país, a Liga Nacional de Suu Kyi para a Democracia reivindicou 134 assentos na Câmara, mais 77 assentos para cargos superiores. Atualmente, há 664 assentos no total, sendo que 1/4 deles está reservado para os militares.

Inesperadamente, apenas seis partidos étnicos ganharam assentos até agora, um número muito menor do que muitos observadores aguardavam. Paul Hawi Ying, um parlamentar cristão do Partido Progressista Chin Chin, disse que seu partido sofreu perdas inesperadas. "O slogan da Liga Nacional tem sido espalhado por todo o país, vejo que não temos chance de vencê-los", reconheceu Paul.

A minoria cristã no país vive em áreas mais carentes, em todos os sentidos, e o governo não têm olhado para essa situação e por mais que a que a nova parlamentar se empenhe, o cenário não irá mudar em um futuro próximo. Antes das eleições, Suu Kyi enviou uma carta para o presidente pedindo um diálogo de reconciliação nacional, mas agora, no poder e com maioria parlamentar (apenas 40 deputados são de sua base aliada) não tem como saber se ela terá força política para cumprir o que prometeu em campanha.

Fonte: Portas Abertas.

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