Mianmar: Conferência vai discutir os direitos dos cristãos

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

28 de junho de 2016.

 

É provável que a pauta vá inclua o caso de abuso, seguido de assassinato de duas professoras cristãs que atuavam no país

O novo governo de Mianmar anunciou a criação do “National Reconciliation and Peace Center” (Centro Nacional de Reconciliação e Paz) para substituir o “Myanmar Peace Center” (Centro de Paz em Mianmar), órgão que lutava para estabelecer acordos de paz entre os mais diversos grupos étnicos existentes no país. Conforme os líderes do governo, os novos funcionários vão ajudar a restaurar a confiança que é necessária para que sejam cumpridos os tratados de paz.

O superintendente da nova organização, Kyaw Tint Swe, disse que o país agora deve se preparar para a Conferência de Panlong, que o governo pretende realizar em 2017. A última aconteceu em 1947, e foi um encontro histórico que aconteceu entre os líderes das minorias étnicas e religiosas, ocasião em que eles decidiram, por unanimidade, aderir à União da Birmânia, após a independência do país.

Durante a grande reunião, os direitos das minorias foram garantidos, mas depois que o pai de 
Aung San Suu Kyi foi assassinado, o acordo ficou no esquecimento. É provável que a pauta da conferência vá incluir o caso de abuso, seguido de assassinato de duas professoras cristãs que atuavam no país, por oficiais do exército, em janeiro de 2014. O caso foi julgado somente em maio de 2016 e as investigações permanecem paradas. Em suas orações, interceda pelos cristãos birmaneses.

Fonte: Portas Abertas.

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