México: Cristãos enfrentam deslocamento interno forçado

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

12 de janeiro de 2017.

De acordo com a Comissão Mexicana para a Defesa e Promoção dos Direitos Humanos, uma organização não governamental citou mais de 287 mil casos, enquanto a ONU declara 35 mil

O México tem uma "política de negação" sobre os milhares de cristãos que foram forçados a sair de suas casas por causa de suas crenças, de acordo com um ativista mexicano de direitos humanos. Ele disse que a escala do problema é difícil de avaliar. “Infelizmente, não há registros para uma contagem oficial do número de casos porque o Estado mexicano nunca reconheceu o problema do deslocamento interno forçado”, disse Pedro Faro Navarro.

De acordo com a Comissão Mexicana para a Defesa e Promoção dos Direitos Humanos, uma organização não governamental citou mais de 287 mil casos, enquanto a ONU declara 35 mil. Faro compara os números. “Há alguns que afirmam ser mais de 1 milhão de pessoas”, disse ele. “Por enquanto, o que sabemos com certeza é que o número mais baixo é sempre o oficial”.

Em 2015, apenas 12 famílias cristãs foram autorizadas a regressar para suas casas, cinco anos depois que os anciãos da aldeia os forçaram a sair. As demais permanecem isoladas, sem acesso a escolas ou instalações médicas. Em janeiro de 2016, 30 pessoas da comunidade de “Tuxpan de Bolaños” foram forçadas a deixar suas casas. Os aldeões alegaram que eles estavam atraindo a vizinhança para o cristianismo, representando uma ameaça para suas tradições ancestrais.

Esse tipo de pressão sobre os cristãos é mais comum nas comunidades indígenas, isto por causa da percepção de que eles estão “distorcendo” a vida cultural deles. Por muitos anos, houve a tentativa de diálogos e acordos, mas as crenças indígenas acabam prevalecendo pela violência. Pesquisadores dizem que há também uma boa carga de interesses políticos e lutas por poder. Ore por essa nação.

Fonte: Portas Abertas

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