Menina cristã enfrenta bullying em escola da Tunísia

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

18 de junho de 2018.

A seleção da Tunísia entra em campo hoje para participar da Copa do Mundo pela quinta vez. Em seu histórico de jogos na Copa do Mundo, a Tunísia teve apenas uma vitória, 2 empates e 5 derrotas. Marcou sete gols e sofreu sete. Sua única vitória foi na partida de estreia em 1978, na Argentina, ao derrotar o México por 3x1. Foi a primeira vitória de um país africano na fase final de uma Copa do Mundo. Além da tímida participação em Copas do Mundo, outra característica marcante da Tunísia é a intolerância com minorias religiosas. O país ocupa a 30ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018, sendo um dos países onde é mais difícil se viver como cristão.

A pequena Maryam*, de 11 anos, sabe bem disso. Às vezes ela volta da escola chorando. Seus pais são bons ouvintes e tentam confortá-la. Algumas vezes eles a ensinam o que a Bíblia diz sobre perseguição e tempos difíceis que os cristãos atravessam, e também oram com ela. Ela contou a eles que “você vai para o inferno” foi a frase que ouviu da colega Fatima e que ninguém quer falar ou ficar com ela na escola. Maryam é a única cristã da sala. Apesar da pouca idade, já sabe o que significa a perseguição em países no Norte da África.

Mas Maryam sabe também que não é a única cristã que passa por isso. Na igreja, na sala das crianças, ela conversa sobre esse tipo de constrangimento com os amigos cristãos. A igreja é o lugar onde ela sabe que é aceita. E esse é o fator positivo da situação – crianças e jovens cristãos buscam ficar mais juntos. “Eles naturalmente se juntam, pois compartilham os mesmos desafios. Os ministérios da igreja ajudam muito nisso”, diz um pastor do Norte da África. Durante os jogos da Tunísia na Copa, lembre-se de orar pela Igreja Perseguida desse país, onde até mesmo os pequeninos são perseguidos por causa da fé.

*Nome alterado por segurança.

Fonte: Portas Abertas

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