Medidas no Sri Lanka podem representar maior perseguição.

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

26 de julho de 2015.

 

No mês passado, Maithripala Sirisena, presidente do Sri Lanka, dissolveu o parlamento e convocou as eleições para 17 de agosto de 2015. Este é um momento muito esperado, desde que Sirisena assumiu o poder, em janeiro.

Daniel, analista da Portas Abertas, explica: "O resultado das eleições parlamentares vai mostrar para qual caminho o Sri Lanka vai se dirigir. O ex-presidente Rajapaksa já anunciou que está pronto para retornar. No passado, ele foi apoiado por grupos budistas radicais, conhecidos por suas ações agressivas contra as minorias religiosas, como os cristãos”.

Conforme Daniel, este é um momento delicado, que pode dividir o partido ao qual pertence o presidente Sirisena. “Rajapaksa é apoiado por cerca de oitenta deputados, sendo assim, é bem provável que Sirisena tenha que fazer novas alianças. Pode ser que Rajapaksa volte, e isso não será bom para as minorias religiosas. Mas, pelo menos, os grupos de budistas radicais não conseguiram construir um partido político como eles tinham anunciado", conclui o analista.

Fonte: Portas Abertas.

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