Maldivos se reúnem em igrejas subterrâneas

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

16 de fevereiro de 2016.

 

A pressão psicológica e moral é praticada dentro de casa e na comunidade

Maldivas é um país bem pequeno que fica no oceano Índico, ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia. Geograficamente falando, é um lugar privilegiado, cercado de praias paradisíacas e visado internacionalmente para férias. Mas, infelizmente, viver lá é só para muçulmanos. O governo protege o islã e, oficialmente, não existe um único cristão por lá. Os que decidem seguir Jesus são expatriados. O país é o 13º da Classificação da Perseguição Religiosa de 2016.

No entanto, há vários líderes cristãos nas Maldivas, divulgando o evangelho de Cristo, e arriscando suas próprias vidas. Mas as condições são bem limitadas, não há reuniões em igrejas ou prédios, e os poucos cristãos que existem são obrigados a esconder sua fé, com medo de serem descobertos. A perseguição por parte da família e da comunidade ainda é muito grande.

Sabendo das consequências de ser seguidora de Cristo, a igreja maldiva se reúne de forma subterrânea. A pressão psicológica e moral é praticada dentro de casa e na comunidade de forma tão eficaz que nenhuma outra violência se faz necessária para inibir o crescimento da comunidade cristã. Alguns cristãos secretos que foram descobertos tiveram de fugir para o exterior. Mas Deus continua sustentando a cada um com alimento espiritual. "Jesus dá-me forças para suportar tudo em seu nome. Essa é minha oração diária. E por que não devo estar feliz? Eu encontrei a paz por meio dele", compartilha um cristão maldivo secreto.

Pedidos de oração

  • Ore pelos líderes cristãos que divulgam o evangelho de Cristo nas Maldivas, para que Deus os proteja da perseguição religiosa.
  • Peça ao Senhor para que os corações dos maldivos estejam preparados para receber as boas novas e que eles permaneçam firmes na fé.
  • Peça também para que os cidadãos permaneçam firmes em sua luta pelos direitos humanos e que os líderes políticos possam apresentar à nação uma Constituição mais justa e humanizada.

 

Fonte: Portas Abertas.

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