Malásia a favor da liberdade de expressão e religião

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

21 de novembro de 2018.

A membra do parlamento da Malásia, P Kasthuriraani, recentemente fez um pronunciamento no parlamento estimulando a Malásia a assinar a Declaração sobre Eliminação de Todas as Formas de Intolerância e Discriminação Baseada em Religião ou Crença da ONU, que garantiria verdadeira liberdade religiosa para todos no país. Ela disse que isso inclui a liberdade de mudar de religião e liberdade para, individualmente ou em comunidade, manifestar sua religião ou crença em ensino, prática, culto e observância. Como resultado, o grupo islâmico Isma acusou a parlamentar de ter insultado o islã, incitando muçulmanos a apostatar. Kasthuriraani negou as acusações e exigiu que o grupo se desculpe, mas o caso permanece em aberto.

Com o novo governo no poder, muitos estão esperando se a verdade, justiça e liberdade para todos serão defendidas. O primeiro-ministro do país, Mahathir Mohamad, afirmou que apesar de o governo ser totalmente a favor da liberdade de expressão, isso não deve ser considerado como uma carta branca para causar problemas, principalmente em questões de raça e religião. “Apesar de haver leis suficientes para parar essas tentativas, o que prevalece é como as pessoas respondem a isso”, disse.

Líderes religiosos da Malásia estão percebendo a importância de diálogo inter-religioso. Mês passado, um diálogo com o tema “Papéis das instituições religiosas em unir a juventude multirracial da Malásia” foi realizado com representantes cristãos, siques, hindus e budistas. No encontro, os participantes compartilharam sobre os desafios enfrentados no processo de lidar com questões delicadas ligadas à religião e expressaram o desejo de mais atividades inter-religiosas.

Pedidos de oração

  • Ore para que pastores e líderes cristãos possam ensinar os membros das igrejas a mostrar amor à comunidade, de modo que não vejam o cristianismo como uma ameaça.
  • Interceda pelos líderes do governo, para que tenham equilíbrio entre defender liberdade religiosa e reforçar as leis para evitar problemas.
  • Clame para que o país não pegue o caminho que leva a indesejados conflitos raciais e religiosos.

Fonte: Portas Abertas

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