Líderes na perseguição: Coreia do Norte e Afeganistão

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

17 de janeiro de 2018.

 

A perseguição na Coreia do Norte e no Afeganistão é bastante diferente, apesar de o nível de perseguição ser extremo e as pontuações dos dois países estarem bem próximas. A Coreia do Norte lidera a Lista Mundial da Perseguição pelo 16º ano consecutivo e sua principal fonte de perseguição é o governo e a paranoia ditatorial. O país possui duas ideologias como base. Uma é chamada de "Juche", que basicamente diz que o homem é auto-suficiente.

A outra é "Kimilsungism", o culto aos líderes que são entidades poderosas e governam a Coreia do Norte. Aos norte-coreanos, não há direitos à liberdade de pensamento, religião, expressão e informação, e isso afeta fortemente a igreja: cristãos enfrentam níveis de pressão extremos em todas as áreas da vida, combinados com alto grau de violência e punição. Os 300 mil cristãos na Coreia do Norte são vistos como traidores do Estado.

SEM LIBERDADE E PAZ

Do outro lado, no Afeganistão, há uma situação oposta: não há um governo no controle da nação. O país é instável e marcado pelo extremismo islâmico. Os afegãos não experimentam liberdade e paz há séculos. Extremistas lutam contra as tropas do governo afegão e atacam minorias. Grupos como o Talibã e o Estado Islâmico demonstraram seu poder em uma onda de ataques em 2016.

Além disso, a Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos, em 2015, listou a nação como uma das que mais viola os direitos humanos. Outro agravante é que a população afegã vive um islamismo conservador que não respeita outras crenças. Oficialmente, não há cristãos neste Estado 99% muçulmano além do militares internacionais, diplomatas e trabalhadores de ONGs (que, se for o caso, vivem a vida cristã em quartéis militares seguros). Os cristãos indígenas (principalmente os ex-muçulmanos) escondem-se o máximo que podem.

É importante ressaltar que a perseguição nos dois países atinge todas as esferas da vida do cristão. Seja ela privada, familiar, comunitária e na igreja (que nos dois países é proibida). A pequena diferença que faz com que o Afeganistão ocupe a segunda colocação é a sutil menor incidência de violência física. Afinal, nos campos de trabalhos forçados na Coreia do Norte, que mantém seus prisioneiros em situações deploráveis, estão cerca de 50 mil cristãos.

Acesse a Lista Mundial da Perseguição 2018 e saiba mais sobre a Igreja Perseguida e seus desafios ao redor do mundo.

Fonte: Portas Abertas

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