Leis de blasfêmia: mecanismo de perseguição no Paquistão

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

07 de outubro de 2014.

 

Os três casos aconteceram em Punjab, a maior província do Paquistão, lar de dezenas de organizações extremistas islâmicas. Isto é, onde a maioria dos casos de blasfêmia contra os cristãos foram apresentadas desde o início de 1980, época em que tais leis foram introduzidas pelo presidente Zia ul-Haq.

Os tribunais concederam fiança para os suspeitos nas três situações, o que é raro em casos de blasfêmia, dando origem à crença de que as acusações não têm fundamento.

No primeiro caso, um muçulmano apresentou um processo criminal contra um cristão por ele compartilhar a versão do Antigo Testamento da história de Ló, a partir do livro de Gênesis.

O incidente ocorreu no dia 23 de agosto, em Bahawalpur, cerca de 450 km de Lahore. Naja Masih, residente de Bahawalpur e varredor aposentado, de 70 anos, estava sentado fora de sua casa com Shahid Mehmood, que dirige uma barbearia na rua de Masih.

Eles estavam discutindo as semelhanças entre a Bíblia eo Alcorão, quando Masih foi acusado e imediatamente entregue à polícia. Em seu primeiro relatório de informações (FIR, sigla em inglês), apresentado na Delegacia de Polícia Civil Lines, o vizinho Mehmood afirmou que Masih tinha ferido seus sentimentos religiosos e, por isso, o processou.

Fonte: Portas Abertas.

voltar para Perseguições

fwR fsN tsY show center|left tsN fwR|show fwR center|bnull||image-wrap|news login uppercase b01 bsd|fsN fwR uppercase b01 bsd|b01 c05 bsd|login news fwR uppercase b01 bsd|tsN fwR uppercase b01 bsd|fwR uppercase|content-inner||