Lei traz esperança aos nigerianos

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

30 de junho de 2015.

 

Há pouco mais de um mês, Jonathan Goodluck, em sua última semana no governo, assinou uma lei que criminaliza a mutilação genital feminina na Nigéria. De acordo com dados divulgados pela Unicef, há cerca de 130 milhões de mulheres e meninas vítimas da prática vivas atualmente. Esse tipo de violência é considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) uma violação dos direitos humanos.

De acordo com a agência de notícias All Africa, a lei traz a esperança que os nigerianos "comecem a aceitar que práticas culturais e religiosas também devem se sujeitar aos direitos humanos". A Nigéria, 10º colocado na Classificação da Perseguição Religiosa, vive hoje um clima de insegurança em todo o país, marcado por ataques do grupo extremista Boko Haram.

Em maio, Muhammadu Buhari assumiu a presidência da Nigéria, derrotando o então presidente cristão Jonathan Goodluck em uma eleição com resultado surpreendente. O antigo presidente deixou para Buhari as consequências dessa aprovação de lei, que envolve delicadas questões religiosas e culturais. Saiba quais são os grandes desafios que Buhari tem pela frente.

Pedidos de oração
• Peça a Deus para que leis como essa sejam não só aprovadas pelo governo, como colocadas em prática, para o bem geral da sociedade.
• Ore pelas famílias que vivem nessa situação de insegurança, principalmente aquelas atingidas pelos ataques do Boko Haram.
• Clame por sabedoria aos líderes da igreja local, para que testemunhem do amor de Cristo em seu país e assim muitos possam conhecer a verdade do Evangelho.

Fonte: Portas Abertas.

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