Jovem vê dez pessoas da família serem mortas em ataque

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

23 de outubro de 2018.

Quando a estudante de 23 anos, Blessing Kogi, chegou em casa na quinta-feira, 27 de setembro de 2018, estava alegre e esperava passar uma noite tranquila com sua família no pacato bairro de Rukuba Road, nos arredores de Jos, a capital do estado de Plateau, na Nigéria. Doze membros da sua família estavam juntos naquele começo de noite. Havia uma atmosfera de alegria. Somente seu pai ainda estava no trabalho.

Mas pouco depois das 19h, quando a família estava jantando, um grupo de homens armados invadiu o bairro e começou a atirar aleatoriamente. Eles entraram na casa da família de Blessing e mataram dez membros da família. Ela e uma prima sobreviveram, mas foram baleadas.

Somente Blessing e uma prima sobreviveram

Falando à Portas Abertas, ela relembrou o momento em que viu a família ser atingida pelos homens armados: “Estávamos todos na casa da minha avó comendo, quando eles entraram e abriram fogo. Então caí no chão e fingi que estava morta. Mesmo assim um deles veio e atirou em mim duas vezes, no pescoço e no ombro. Quando eles saíram, percebi que podia me mover, então levantei, fui para o quarto e me escondi embaixo da cama. Duas primas também fizeram o mesmo. Mas infelizmente os homens voltaram para ver se ainda havia alguém vivo”, disse.

Ao notar que suas duas primas ainda estavam vivas, eles atiraram em uma três vezes, mas ela sobreviveu. Blessing conta ainda: “Um deles violentou minha outra prima e atirou nela depois”. Os agressores também levaram todos os objetos de valor, como telefones celulares. A jovem cristã continuou escondida embaixo da cama por mais de uma hora, sangrando. Somente quando ouviu a voz de vizinhos, saiu e foi levada ao hospital.

Blessing segue relatando que os terroristas continuaram a matança no bairro. “No total, 15 pessoas foram mortas; dez delas na minha casa, três em outra e duas em outro lugar. Cinco pessoas ficaram feridas – três crianças de outra família, minha prima e eu”. Ela ouviu um dos homens com uniforme do exército dizer antes de sair: “Fizemos nosso trabalho, agora eles têm que nos dar nosso dinheiro”. (Essa história continua).

Fonte: Portas Abertas

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