Istoé alerta para a perseguição aos cristãos egipcios

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

10 de janeiro de 2015.

 

Publicada hoje (9), a notícia afirma que a “morte de egípcios que protestavam contra atentado a uma igreja expõe o ódio aos seguidores de Jesus Cristo, algo que vai além do Oriente Médio”

Na Classificação da Perseguição Religiosa 2015 – divulgada essa semana no site da Portas Abertas – o Egito aparece como o 23º país que mais persegue os cristãos. A lista relaciona 50 nações segundo o grau de perseguição que os cristãos mais enfrentam. Sua atualização é feita considerando-se os acontecimentos e o ambiente religioso do país ao longo do ano anterior.

Hoje, um texto no site da revista Istoé traz informações sobre a perseguição aos cristãos no Egito. “Imagine um país onde a filiação religiosa deva constar no documento de identidade de todos os cidadãos, onde sua crença implique restrições para ocupar postos de trabalho, ter acesso à educação e se casar. No Egito, predominantemente islâmico, isso acontece e as principais vítimas da intolerância religiosa são os cristãos, que representam 10% da população.”

A maioria da população do Egito é muçulmana, mas nos últimos anos a política do islã radical tornou-se mais visível e a sociedade tem sofrido as consequências da presença de grupos radicais islâmicos. Além disso, militantes muçulmanos continuam a fazer sentir a sua presença. Inevitavelmente, este discurso é uma fonte de tensão para a minoria de cristãos.

Fonte: Portas Abertas.

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