Iraque pode enfrentar mais confrontos religiosos depois da liberação de Mossul

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

20 de outubro de 2016.

 

Três dias atrás, o primeiro-ministro do Iraque Haider Abadi anunciou o início da operação militar para liberar Mossul, que está sob controle do Daesh. Desde então a operação está no meio de discussões internacionais. A Sputnik falou com o ex-governador de Mossul Esil Nuceyfi e conheceu sua opinião sobre a situação.

Agora Nuceyfi está comandando as unidades da milícia Defensores de Nínive. Ele disse à Sputnik Turquia que da operação de Mossul participam cerca de duas divisões e seis batalhões da milícia Defensores de Nínive. Parte das forças se encontra perto da represa a norte de Mossul.

"Nos próximos dias, nós tencionamos aumentar a escala da operação em conjunto com o exército governamental iraquiano", disse.

Nuceyfi se manifestou a favor da participação turca da operação.

"A Turquia agora não nos pode prestar apoio. Se conseguir alcançar um acordo com a coalizão, poderá prestar apoio de artilharia. Precisamos muito dele."

O comandante sublinhou também que depois da liberação de Mossul do Daesh o exército iraquiano abandonará a cidade e passará o controle desta à polícia local e à milícia Defensores de Nínive.

"Não penso que Mossul possa ser desintegrada. Entretanto, confrontos interconfessionais são possíveis em Sinjar e Tal Afar", disse.

Segundo o ex-governador, se a população de Mossul começar abandonando a cidade, a Turquia enfrentará mais uma onda de migração. Até um milhão de pessoas podem fugir para a Turquia, concluiu Nuceyfi.

Fonte: Sputnik.

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