Indonésia: Muçulmanos fazem de tudo para derrubar Ahok

Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

05 de abril de 2017.

 

O governador cristão tem se posicionado diante da população e levantado grandes questões. “Por que aceitaremos a implementação da lei islâmica, ainda mais de maneira forçada?”

O fato de Ahok ser um cristão e ainda de descendência chinesa, ambos atributos de grupos minoritários na Indonésia, facilita o plano que os muçulmanos para o derrubar. A principal arma dos extremistas islâmicos que influenciam os cidadãos em suas decisões políticas é a religião e o fanatismo, como também ocorre em outros países asiáticos. Atualmente, um grupo muçulmano radical que defende a Frente Islâmica, o FPI, tem se envolvido nas questões políticas do país, desde 2009, embora seu líder, Muhammad Rizieq Shihab, negue a acusação.

É do conhecimento público que os partidos políticos e muitos atores estejam pagando o FPI para “realizar muitas tarefas”. Desde que Ahok se tornou governador de Jacarta, a Frente Islâmica tem expressado claramente sua rejeição dizendo que “um infiel não é digno de governar muçulmanos”. O governador cristão, que está em seu 11º julgamento, está sendo acompanhado por centenas de pessoas que representam organizações islâmicas e que protestaram na frente do tribunal, exigindo que Ahok fosse preso imediatamente.

Rizieq Shihab, que anteriormente disse que não iria participar dos movimentos, se juntou a eles e passou a instigar os manifestantes. “Vocês estão prontos para defender o nosso país e a nossa religião? Vocês estão prontos para lutar contra o comunismo?”, gritou ele em meio aos cânticos e gritos promovendo as atividades terroristas.

O governador Ahok está disputando as eleições para seu segundo mandato e tem sido muito pressionado pelos muçulmanos, principalmente, depois que foi acusado pela justiça indonésia. Veja mais na matéria Governador cristão é julgado por blasfêmia. Fontes locais garantem que ele tem se apoiado em Deus durante esse período difícil e tem se posicionado diante da população e levantando grandes questões. “Nossos pais levantaram uma república secular baseada no conceito de diversidade cultural e religiosa. Por que aceitaremos a implementação da lei islâmica, ainda mais de maneira forçada?”, perguntou aos eleitores. Ore por essa nação.

Fonte: Portas Abertas

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