Indonésia: “Guardar a fé e combater o bom combate”

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

31 de agosto de 2016.

 

A igreja na Indonésia permanece de pé por que os cristãos são perseverantes, apesar de todas as dificuldades; eles enfrentam seus medos através da comunhão com Deus, contando com a força do Espírito Santo

Nesse mês, o Instituto Wahid, organização inter-religiosa que defende o islã moderado, publicou um relatório com o tema "O potencial da radicalização e a intolerância sócio religiosa entre os muçulmanos na Indonésia". O relatório mostrou algumas tendências preocupantes, já que 8,1% dos muçulmanos indonésios (adultos) adotaram crenças radicais e apresentam inclinação para cometer atos extremistas. Isso quer dizer que cerca de 12 milhões de muçulmanos apoiam aqueles que perseguem os cristãos.

Essa "visão islâmica" presente na Indonésia é cada vez mais preocupante para a igreja no país. Quando o novo presidente, Joko Widodo, tomou posse em 2014, havia grandes expectativas para a liberdade religiosa, já que ele fez várias promessas de melhorias, principalmente na área dos direitos humanos e de proteção às minorias. Até agora não houve mudanças e a burocracia para a legalização de igrejas continua sendo rígida. Além disso, cada vez mais os templos são destruídos. Milhares de cristãos já tiveram de abandonar suas casas por causa dos ataques "em nome de Alá".

Os cristãos ex-muçulmanos são os mais perseguidos. Para eles, pregar o evangelho é uma missão arriscada e perigosa, que pode lhes custar a própria vida. Por conta disso, os seguidores de Cristo vivem isolados e são discriminados pela sociedade. A igreja na Indonésia permanece de pé por que os cristãos são perseverantes, apesar de todas as dificuldades. Eles enfrentam seus medos através da comunhão com Deus, contando com a força do Espírito Santo. "Eu quero cumprir meu chamado, guardar a fé e combater o bom combate", conclui um cristão indonésio perseguido.

Fonte: Portas Abertas.

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