Igreja em Bangladesh permanece de pé

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

28 de julho de 2016.

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Os cristãos bengaleses convertidos do islamismo ou budismo necessitam cada vez mais de apoio e de discernimento para lidar com os inúmeros desafios enfrentados no dia a dia

Apesar da intensa perseguição aos cristãos em Bangladesh, país que está na atual Classificação da Perseguição Religiosa, ocupando a 35ª posição, os programas evangelísticos realizados pela Portas Abertas continuam em plena atividade. Os cristãos bengaleses convertidos do islamismo ou budismo necessitam cada vez mais de apoio e de discernimento para lidar com os inúmeros desafios no dia a dia. Eles são excluídos pela própria família e até mesmo as crianças enfrentam o preconceito nas escolas, tantos de alunos quanto de professores.

Igrejas domésticas funcionam secretamente, sem exibir símbolos cristãos para não chamar a atenção dos vizinhos. Os ataques são cada vez mais violentos e os líderes cristãos são ameaçados de morte frequentemente. A pressão vem principalmente de grupos extremistas islâmicos e de famílias muçulmanas tradicionais. Então, equipar e treinar os cristãos para esse tipo de situação é cada vez mais necessário e urgente. A distribuição de literatura cristã e de Bíblias é um dos maiores investimentos feitos na igreja local.

Neste mês, será realizado o discipulado das mulheres, o treinamento de alfabetização e também haverá aulas bíblicas de nível básico para os refugiados cristãos de origem muçulmana. Parceiros e organizadores de todos os eventos de aprendizagem estão sempre preparados para ensinar a Bíblia de forma simples e eficaz. "Por causa de toda essa pressão, eu estava extremamente angustiado. Mas depois de participar de um treinamento de discipulado de jovens da Portas Abertas, me sinto encorajado. Eu entendo agora que, apesar da perseguição, o Deus Todo-Poderoso está sempre conosco. Nosso papel é ser luz e sal para a comunidade. A perseguição pode persistir, mas vamos aguentar para a glória de Deus", disse Rihad, um cristão de Bangladesh.

Fonte: Portas Abertas.

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