Grupos extremistas islâmicos continuam atacando

“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

31 de março de 2016.

 

Universidade é atacada por extremistas islâmicos e pelo menos 20 pessoas morreram no incidente, entre elas professores e funcionários

Mais uma vez o Paquistão lamenta por testemunhar mais um ataque a uma faculdade por extremistas islâmicos. De acordo com o BBC News, as primeiras informações indicam que pelo menos 21 pessoas morreram no confronto e 30 ficaram feridas, entre elas professores e funcionários. Segundo o Exército do Paquistão, os quatro agressores que entraram pela porta dos fundos, com bombas e fuzis, foram mortos, mas outros ainda se escondiam em prédios no campus da universidade Bacha Khan. A TV paquistanesa Geo disse que mais de 3 mil e 600 visitantes eram esperados para um evento de poesia, dentro da Universidade, mas o ataque ocorreu um pouco antes do horário.

Um dos professores afirmou que durante o evento de poesia, o líder político e espiritual Bacha Khan (1890-1988), da etnia pasthun, que deu nome à universidade, seria homenageado, e a história conta que o nacionalista foi contra a resistência islâmica durante a invasão da União Soviética, nos anos 80. A universidade, segundo um dos analistas de perseguição, fica em uma área aberta, cercada por plantações, e é um alvo relativamente fácil. A ação lembra a que ocorreu em dezembro de 2014, quando uma escola das proximidades também foi invadida e mais de 130 crianças foram mortas.

Depois de uma trégua que durou cerca de 1 ano, os ataques violentos por parte de grupos extremistas estão cada vez mais frequentes, e por motivos nacionalistas ou de religião. Os grupos querem derrubar o atual governo para impor uma liderança que siga uma interpretação radical da sharia. Relatórios da Portas Abertas mostram a triste realidade que os cristãos estão vivendo no Paquistão, onde até mesmo as leis de blasfêmia têm sido usadas injustamente contra eles. Por outro lado, a perseguição religiosa se mostra mais forte por parte do próprio governo que a incentiva, porque a maioria dos paquistaneses luta para mudar os comportamentos sociais negativos, realizando até mesmo campanhas para motivar os muçulmanos a apoiar as minorias religiosas, que nos últimos anos se tornaram alvo de discriminação por preconceito, estereótipos e violência. Ore por essa nação.

Fonte: Portas Abertas.

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