Família de cristão morto é paga pelo assassinato

"Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome.” Mateus 24:9

03 de maio de 2018.

 

A família de um menino cristão que foi morto enquanto estava sob custódia da polícia foi compensada por mais do que o valor padrão pago em casos semelhantes. Um advogado que trabalha para a família chamou o resultado de uma "vitória rara". Arsalan Masih, um estudante de 16 anos de idade de Sheikhupura, no nordeste da província de Punjabe, morreu após um ataque brutal de policiais em 9 de outubro do ano passado.

Os seis suspeitos – Muhammad Imtiaz, Muhammad Rashid, Muhammad Arshad, Muhammad Tanveer, Robin Masih e Muhammad Iqbal – ofereceram à família três milhões de rúpias (cerca de 92 mil reais) sob o conceito islâmico de diyat (dinheiro de sangue), como restituição em troca perdão. Cada um deles passou mais de quatro meses na prisão. A seção 319 do Código Penal do Paquistão diz: “Quem cometer qatl-i-khata (que significa homicídio por engano) estará sujeito a pagar o diyat”.

Khurram Shahzad Maan, diretor executivo da Organização de Assistência Jurídica, uma afiliada do Centro Europeu de Direito e Justiça, disse à Portas Abertas que o governo do Paquistão revisa o montante fixado para o diyat a cada ano. "Este ano está fixado em 1.935.594 rúpias (cerca de 60 mil reais). No entanto, a família dele recebeu três milhões de rúpias paquistanesas", disse ele. Em 14 de março, o Juiz do Tribunal de Sessões, Aarif Mahmood Khan, aceitou essa troca como legal sob a lei paquistanesa e absolveu todos os seis homens da acusação de homicídio.

Pedidos de Oração

  • Ore pela família do jovem Arsalan Masih, que o Espírito Santo os conforte nesse momento de tristeza.
  • Clame pela nação paquistanesa, que está no 5º lugar na Lista Mundial da Perseguição e é um lugar onde a perseguição aos cristãos é extrema.
  • Peça a Deus que derrame sua graça, sua misericórdia, mas acima de tudo, faça sua justiça no Paquistão, para honra e glória do seu nome.

Fonte: Portas Abertas

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